Fabio Moschetti

Vou tentar aqui contar um pouco sobre a minha pessoa trabalhos, lazer, dia a dia

Ancelotti convoca Seleção Brasileira para amistosos contra Japão e Singapura; veja a lista e os jogos

Publicado: 11/1/2026 11:16:00 PM

 



Técnico italiano chamou 26 jogadores para os últimos compromissos do Brasil em 2026. Cinco atletas terão a oportunidade de estrear pela equipe principal.

O técnico Carlo Ancelotti anunciou, no dia 29 de outubro, a convocação de 26 jogadores para os dois últimos compromissos da Seleção Brasileira em 2026. O Brasil enfrentará Japão e Singapura durante a Data FIFA de novembro, em partidas disputadas no Estádio Nacional de Singapura.

A lista faz parte do processo de renovação da equipe após a participação na Copa do Mundo de 2026. Ancelotti voltou a abrir espaço para jovens jogadores e convocou cinco nomes que ainda não haviam estreado pela Seleção principal.

Confira os próximos jogos do Brasil

  • 14 de novembro, sábado: Japão x Brasil, às 7h15 (horário de Brasília).

  • 17 de novembro, terça-feira: Singapura x Brasil, às 7h (horário de Brasília).

As duas partidas serão realizadas no Estádio Nacional de Singapura.

O confronto contra o Japão será um reencontro entre as seleções após o Mundial de 2026. Já o duelo contra Singapura será o primeiro encontro entre as equipes principais dos dois países.

Lista completa dos convocados

Goleiros

  • Bento – Al-Nassr

  • Lucas Perri – Torino

  • Pedro Morisco – Coritiba

Defensores

  • Arthur Dias – Athletico-PR

  • Carlos Augusto – Inter de Milão

  • Douglas Santos – Zenit

  • Gabriel Magalhães – Arsenal

  • Jair Cunha – Nottingham Forest

  • Jonathan Jesus – Cruzeiro

  • Vanderson – Monaco

  • Vitor Reis – Manchester City

  • Wesley – Roma

Meio-campistas

  • André Luiz – Corinthians

  • Andrey Santos – Manchester United

  • Bruno Guimarães – Arsenal

  • Danilo Santos – Botafogo

  • Gabriel Bontempo – Santos

  • João Gomes – Aston Villa

  • Marlon Gomes – Shakhtar Donetsk

Atacantes

  • Alisson Santana – Shakhtar Donetsk

  • Allan – Manchester City

  • Endrick – Real Madrid

  • Estêvão – Chelsea

  • Raphinha – Barcelona

  • Rayan – Bournemouth

  • Vinicius Júnior – Real Madrid

Cinco novidades na Seleção

A convocação abre espaço para cinco jogadores que ainda não haviam defendido a equipe principal: Jonathan Jesus, André Luiz, Allan, Marlon Gomes e Alisson Santana.

Outro destaque é o retorno de Estêvão, que ficou fora da Copa do Mundo por causa de uma lesão.

Ancelotti explicou que pretende ampliar as opções da equipe e observar novos talentos durante essa etapa de preparação.

Corinthians terá representante na lista

O meio-campista André Luiz, do Corinthians, está entre os convocados e terá a oportunidade de trabalhar com Ancelotti na Seleção principal.

A presença do jogador representa também um destaque para o futebol brasileiro, que terá seis atletas de clubes nacionais nesta convocação.

Por decisão da CBF, Flamengo e Palmeiras não tiveram jogadores chamados nesta lista, em razão da disputa pelo título do Campeonato Brasileiro.

Um novo ciclo para a Seleção Brasileira

Os amistosos de novembro encerram o calendário da equipe principal em 2026 e fazem parte do planejamento para os próximos anos.

A comissão técnica pretende ampliar o grupo de opções, desenvolver uma identidade de jogo e preparar a equipe para os desafios futuros, incluindo a Copa América de 2028 e a Copa do Mundo de 2030.

Os confrontos contra Japão e Singapura serão mais uma oportunidade para Ancelotti avaliar os jovens convocados e observar como a Seleção responde diante de adversários com características diferentes.

Fontes: Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Agência Brasil e ge.

Informações sobre a convocação e os jogos atualizadas em 1º de novembro de 2026.

Fontes para conferência: Lista oficial da CBF · Agência Brasil · ge – convocação e jogos

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iPhone Duo: primeiro iPhone dobrável da Apple chega em outubro por US$ 1.999

Publicado: 10/6/2026 7:42:44 PM







A Apple está prestes a colocar nas lojas uma das maiores mudanças da história do iPhone. Depois de anos de rumores sobre a entrada da empresa no mercado de celulares dobráveis, o iPhone Duo foi apresentado oficialmente e começará a ser vendido em 23 de outubro de 2026. O aparelho será o primeiro iPhone com tela dobrável e terá preço inicial de US$ 1.999 nos Estados Unidos.

O formato é semelhante ao de um pequeno livro. Fechado, o iPhone Duo oferece uma tela externa de 5,4 polegadas, permitindo utilizar normalmente aplicativos, mensagens, câmera e outras funções sem abrir o aparelho. Ao ser desdobrado, aparece uma tela interna OLED de 7,6 polegadas, transformando o smartphone em um dispositivo com espaço de trabalho muito maior.

A proposta da Apple não é apenas aumentar o tamanho da tela. O iOS 27.1 foi adaptado especialmente para aproveitar o formato dobrável. O sistema permite utilizar dois aplicativos simultaneamente na tela interna e adapta automaticamente o conteúdo conforme o usuário abre, fecha ou muda a orientação do aparelho.

Essa característica pode transformar tarefas como assistir a vídeos enquanto conversa por mensagens, consultar informações durante uma videoconferência ou trabalhar com dois aplicativos lado a lado. Aplicativos tradicionais continuarão funcionando, mas os desenvolvedores já podem enviar à App Store versões especificamente otimizadas para aproveitar toda a área da tela interna.

Por dentro, o iPhone Duo utiliza o novo chip A20 Pro, produzido com processo de 2 nanômetros. O mesmo processador equipa a geração iPhone 18 Pro e traz melhorias de desempenho, eficiência energética e processamento de recursos de inteligência artificial.

Outra surpresa está na biometria. Diferentemente dos principais iPhones atuais, o Duo não utiliza Face ID. A Apple trouxe de volta o Touch ID, integrado ao botão lateral, solução semelhante à utilizada em alguns modelos de iPad. O leitor funciona tanto com o aparelho aberto quanto fechado.

O conjunto fotográfico traseiro utiliza duas câmeras Fusion de 48 megapixels e oferece opções equivalentes a 0,5x, 1x e 2x de aproximação. O formato dobrável também permite apoiar o aparelho parcialmente aberto para fotografar, gravar vídeos ou realizar chamadas sem precisar segurá-lo.

A construção recebeu atenção especial porque durabilidade continua sendo uma das principais dúvidas relacionadas aos smartphones dobráveis. O aparelho utiliza estrutura de titânio e uma dobradiça formada por mais de 100 componentes. A Apple também desenvolveu diferentes camadas para proteger a tela interna e diminuir a aparência da marca provocada pela dobra.


Aberto, o iPhone Duo possui apenas 5,2 milímetros de espessura, tornando-se o iPhone mais fino já produzido. Em compensação, seus 254 gramas também fazem dele um dos modelos mais pesados da família.

O aparelho terá conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e recursos de comunicação via satélite. Outra mudança importante é a ausência de entrada física para chip de operadora: o iPhone Duo funcionará exclusivamente com eSIM.

O armazenamento começa em 256 GB e também haverá versões de 512 GB, 1 TB e 2 TB. Nos Estados Unidos, as encomendas começam em 16 de outubro, enquanto a chegada oficial às lojas está marcada para 23 de outubro.

A estreia coloca a Apple diretamente em um segmento no qual fabricantes Android já acumulam anos de experiência. Samsung, Google, Motorola e outras empresas ajudaram a desenvolver o mercado de dobráveis enquanto a Apple permaneceu de fora.

Agora, a estratégia parece ser entrar mais tarde oferecendo integração entre hardware e software como principal diferencial.

O preço de US$ 1.999 deixa claro que o iPhone Duo estreia como produto premium e não pretende substituir imediatamente os iPhones convencionais. Mesmo assim, seu lançamento pode representar algo maior: o início de uma nova categoria dentro da linha iPhone.

Depois de quase duas décadas baseada principalmente no tradicional formato retangular, a Apple finalmente decidiu dobrar o iPhone. A partir de 23 de outubro, começaremos a descobrir se os consumidores também estão dispostos a pagar para fazer essa mudança. Apple




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Brasil termina Data Fifa invicto, mas ainda sem convencer: goleada sobre a fraca Índia não pode esconder os problemas

Publicado: 10/4/2026 7:47:59 PM




Duas vitórias, um empate, nove gols marcados e três sofridos. Olhando apenas para os números, a passagem da Seleção Brasileira pela Austrália e pela Índia poderia ser considerada bastante positiva. O problema é que futebol não pode ser analisado apenas pelo placar.


O Brasil encerrou a Data Fifa invicto, mas ainda deixou muito mais perguntas do que respostas sobre o início deste novo ciclo comandado por Carlo Ancelotti.


A sequência começou com um empate por 1 a 1 contra a Austrália, em Townsville. E foi um empate sofrido.


O Brasil encontrou dificuldades para criar, não conseguiu transformar sua superioridade técnica em domínio e precisou buscar o resultado. Depois da partida, Ancelotti pediu paciência ao torcedor e lembrou que o objetivo desses amistosos também era observar jogadores e iniciar a construção de uma nova geração.


Quatro dias depois veio a melhor atuação brasileira dos três jogos.


Com sete mudanças na escalação, a Seleção voltou a enfrentar a Austrália e venceu por 4 a 2, em Brisbane. Houve evolução principalmente na produção ofensiva e na capacidade de reação.


Mas nem mesmo o 4 a 2 foi uma atuação capaz de eliminar as dúvidas.


O Brasil abriu o placar, permitiu a virada australiana e precisou reagir no segundo tempo. O ataque funcionou melhor, mas sofrer dois gols de uma seleção que está longe de figurar entre as grandes potências mundiais também deixou um sinal de alerta.


Ancelotti gostou do que viu e afirmou que enxergava evolução na equipe. Foi, de fato, o jogo em que o Brasil apresentou mais elementos positivos durante essa sequência.


Então chegou a Índia.


E aí o placar de 4 a 0 precisa ser analisado com muito cuidado.


O Brasil enfrentou em Calcutá um adversário de nível técnico muito inferior. A diferença entre as duas seleções era tão grande que a própria análise publicada pelo ge destacou a baixíssima competitividade da partida e classificou a atuação brasileira como burocrática.


O Brasil cumpriu sua obrigação. Ganhou. Goleou. Mas não convenceu.


Contra um adversário tão limitado, esperava-se uma Seleção mais intensa, agressiva e dominante. O que apareceu durante vários momentos foi um Brasil jogando para cumprir tabela, administrando uma partida em que praticamente não foi ameaçado.


A goleada, portanto, é muito mais bonita no placar do que significativa como parâmetro para medir o verdadeiro nível desta Seleção.


Isso não significa que nada tenha sido aproveitado.


Individualmente, alguns jogadores saíram valorizados.


Samuel Lino marcou duas vezes contra a Índia e aproveitou muito bem os minutos que recebeu. Pedro também marcou e mostrou que pode ser uma alternativa para o ataque. Estêvão participou diretamente da construção ofensiva e novamente mostrou seu enorme potencial.


Matheuzinho também encerrou sua passagem pela Seleção deixando uma impressão positiva. O lateral do Corinthians recebeu oportunidade neste período de renovação e participou da goleada sobre a Índia, inclusive contribuindo ofensivamente.


Esses testes individuais talvez tenham sido mais importantes do que os próprios resultados.


Ancelotti deixou isso claro antes mesmo do último amistoso. Para o treinador, os jovens não estavam fazendo uma prova definitiva para permanecer na Seleção. Estavam recebendo uma oportunidade para mostrar suas qualidades dentro de um processo de renovação.


Depois da goleada, o italiano voltou a demonstrar satisfação com os estreantes e com as observações realizadas durante a Data Fifa.


É justamente aí que aparece uma diferença entre resultado e desempenho.


Ancelotti conseguiu observar jogadores, testar formações e ampliar suas opções. Nesse aspecto, os três amistosos cumpriram uma função.


Mas quem esperava encontrar uma Seleção Brasileira já reconstruída depois da Copa do Mundo certamente não encontrou.


O próprio ge avaliou que o Brasil não foi além do protocolo diante da Índia. Outra análise publicada pelo portal apontou regressão tática da equipe justamente no último compromisso.


Até Felipe Melo, atualmente comentarista, afirmou que a Seleção tem dado “passos para trás”.


No final das contas, o balanço estatístico é positivo: três jogos, duas vitórias, um empate, nenhuma derrota, nove gols marcados e três sofridos.


Mas os números precisam vir acompanhados do contexto.


O Brasil empatou sofrendo contra a Austrália, melhorou e venceu o segundo confronto por 4 a 2 e terminou goleando uma Índia que ofereceu pouquíssima resistência.


Por isso, o 4 a 0 em Calcutá não pode servir para criar uma sensação de evolução que o futebol apresentado ainda não confirmou.


A Data Fifa serviu para Ancelotti observar novos jogadores. Serviu para Samuel Lino, Pedro, Estêvão, Matheuzinho e outros nomes mostrarem serviço. Serviu também para experimentar alternativas pensando no futuro.


Mas, coletivamente, a Seleção ainda precisa entregar muito mais.


O Brasil terminou invicto.


Terminou fazendo nove gols.


Terminou com duas vitórias e um empate.


Só ainda não terminou convencendo.




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Michael Burry alerta para possível estouro da bolha da inteligência artificial em 2027

Publicado: 10/2/2026 2:30:44 PM



O investidor Michael Burry, conhecido por antecipar a crise imobiliária de 2008 e retratado no filme A Grande Aposta, voltou a chamar atenção para os riscos do mercado de inteligência artificial. Desta vez, suas movimentações indicam que ele espera uma possível correção já em 2027, antes do cenário de 2028 considerado anteriormente.

O alerta coloca em discussão uma pergunta que acompanha o avanço da tecnologia: os resultados financeiros da inteligência artificial conseguirão acompanhar o volume de dinheiro investido nela?

Por que Burry acredita que existe uma bolha?

A preocupação do investidor está na distância entre as expectativas de crescimento e as receitas que as empresas conseguem gerar. A expansão da inteligência artificial exige investimentos em infraestrutura, capacidade de processamento e operação dos serviços.

Esses gastos dependem da expectativa de que a demanda continuará aumentando e de que os clientes pagarão o suficiente para sustentar a estrutura. Se as receitas decepcionarem, empresas podem rever projetos e reduzir investimentos, afetando outros negócios que dependem dessa expansão.

Segundo o Economic Times, Burry passou a utilizar opções de venda em suas apostas contra ações relacionadas à inteligência artificial. Esses instrumentos podem gerar ganhos com a queda dos papéis, mas também provocar perdas se o movimento esperado não ocorrer dentro do prazo previsto.

A mudança sugere que ele espera uma queda mais cedo. Isso, porém, não comprova que uma crise acontecerá em 2027.

Uma bolha financeira não significa o fim da inteligência artificial

É necessário distinguir o potencial da tecnologia do preço atribuído às empresas que trabalham com ela. A inteligência artificial pode continuar evoluindo e encontrando aplicações úteis mesmo que parte dessas companhias perca valor ou não consiga sustentar seus negócios.

Uma ferramenta capaz de melhorar processos não garante, por si só, que seu fornecedor terá lucro. Custos elevados, concorrência e dificuldade para conquistar clientes pagantes podem comprometer uma empresa mesmo quando seu produto funciona.

Por isso, discutir uma possível bolha não equivale a afirmar que a IA é inútil. O questionamento é se o retorno financeiro será suficiente para justificar os investimentos e as expectativas acumuladas.

O que isso representa para desenvolvedores e empresas?

Para quem trabalha com tecnologia, o debate reforça a necessidade de avaliar resultados concretos. Adotar inteligência artificial precisa trazer benefícios verificáveis, como economia de tempo, redução de erros ou melhoria no atendimento.

Também é importante considerar o custo de manter essas soluções. Uma ferramenta pode funcionar bem durante um teste e se tornar cara quando utilizada por muitos usuários ou integrada a uma operação maior.

Caso ocorra uma desaceleração nos investimentos, projetos poderiam ser adiados e fornecedores poderiam alterar preços ou encerrar serviços. Para empresas que incorporam IA aos seus sistemas, avaliar alternativas e evitar dependência excessiva de um único fornecedor são medidas úteis.

Burry acertou em 2008. Isso garante uma nova previsão?

O histórico do investidor explica a repercussão de seus alertas, mas não transforma suas projeções em fatos. Antecipar uma crise anterior não garante acertar a data, a intensidade ou mesmo a ocorrência de outra.

O cenário de 2027 deve ser entendido como uma expectativa de Burry. A capacidade das empresas de gerar receita, controlar despesas e manter clientes será decisiva para avaliar se o crescimento atual tem sustentação.

A discussão vai além de saber quando uma possível bolha poderia estourar. O desafio é identificar quais aplicações entregam valor e quais negócios dependem de promessas que ainda precisam se confirmar.

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Brasil encerra Data Fifa contra a Índia em duelo inédito neste sábado

Publicado: 10/2/2026 9:54:38 AM



A Seleção Brasileira já está em Calcutá para o último compromisso desta Data Fifa. Depois dos dois amistosos contra a Austrália, a equipe comandada por Carlo Ancelotti enfrenta a Índia neste sábado, 3 de outubro, às 11h, no horário de Brasília.

A partida será disputada no Salt Lake Stadium e terá um ingrediente histórico: será o primeiro confronto entre as seleções principais de Brasil e Índia.

O amistoso também representa mais uma etapa do processo de renovação iniciado por Ancelotti depois da Copa do Mundo de 2026. A atual convocação trouxe diversos jogadores jovens e estreantes, e o treinador pretende continuar utilizando esses jogos para ampliar suas opções pensando no ciclo até a Copa do Mundo de 2030
.
Ancelotti deixou claro que não pretende tratar a partida contra a Índia como uma espécie de prova definitiva para os jogadores. A ideia é observar o desempenho dos atletas e oferecer novas oportunidades ao longo do ciclo.

O Brasil chega ao confronto depois de dois jogos contra a Austrália. No primeiro, em Townsville, empatou por 1 a 1. No segundo, em Brisbane, venceu por 4 a 2.

Agora, diante da Índia, a expectativa fica também pelas novas mudanças que Ancelotti poderá promover na equipe. A partida encerra a primeira sequência de amistosos da Seleção Brasileira depois da Copa do Mundo de 2026.
Índia x Brasil

Data: sábado, 3 de outubro de 2026
Horário: 11h, de Brasília
Local: Salt Lake Stadium, Calcutá, Índia

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